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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Abertura do São João de Maceió foi o tema do IZP no São João de Alagoas desta sexta

Nicollas Serafim




Nesta sexta-feira (21), a série de programas especiais do “IZP no São João de Alagoas” exibiu a cobertura realizada na abertura oficial do São João de Maceió. A equipe do programa pegou o Trem de Jacinto a Tororó e foi até o bairro de Fernão Velho, palco da festa, e entrevistou personalidades, organizadores do evento, artistas e público. Ainda nesta edição, Marcos Guimarães recebeu em estúdio Liliane Passos, organizadora da Vila São João, festa promovida pela Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal). Já o quadro Gente Nossa! homenageou Jacinto Silva, mestre do coco de roda de Alagoas.




Os festejos do São João já começaram na Estação Central, em Maceió, de onde saiu o Trem de Jacinto a Tororó, que levou convidados especiais até Fernão Velho, onde se apresentaram a Banda de Pífanos Flor do Nordeste, a mestra Zeza Duarte do Coco, Chau do Pife, e a grande atração da noite, o pernambucano Silvério Pessoa. “Foi um prazer e uma honra muito grande ter sido convidado para abrir essa festa, principalmente se tratando de uma homenagem ao meu grande mestre Jacinto Silva”, contou Silvério. “Foi um grande acerto da organização do São João ter trazido Silvério Pessoa para cá, porque ele foi o primeiro a revisitar e homenagear o nosso Jacinto Silva em sua obra”, disse José Lessa, editor do blog Forroalagoano.com.



A Vila São João é um grande evento, que visa reunir toda a família para festejar o São João, resgatando e preservando a cultura alagoana. “Desde o dia 12 estamos realizando essa festa, com um preço bastante acessível e esperamos todos lá no Clube dos Oficiais da Polícia Militar, no Trapiche, até o dia 28”, contou a organizadora Liliane Passos.




O Gente Nossa! homenageou Jacinto da Silva, que estreou na década de 50, no auditório na rádio Difusora, durante o programa da saudosa radialista Odete Pacheco, onde foi batizado com o nome artístico de Jacinto Silva. O alagoano tinha aptidão nata para a música. Além de excelente cantor, era também compositor e exímio intérprete. Transitava por vários gêneros, mas foram seus malabarismos rítmicos e estilo próprio de cantar muito rápido que o notabilizaram como um dos ícones da música nordestina.



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